"Nossas vidas foram adiadas, mas eu sei que, no final, ficaremos bem"

Trecho de Andrà Tutto Bene (Vai Ficar Tudo Bem) de Cristóvam

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SPEAK LOUDER

Nunca
mais os
mesmos!

O cenário trazido pelo novo coronavírus colocou cara-a-cara uma dualidade milenar entre o valor à vida e o valor ao dinheiro. Autoridades e população divergem entre si, divididas pelo próprio entendimento do que é ’vida’. Leia mais
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Na verdade, falam de dimensões diferentes

Surgem questões como ”vale a pena alguém viver se estiver na completa miséria?”. O que se quer dizer é que a vida não se resume a manter as funções orgânicas ativas... que isso, só isso, não seria ’vida’.
Mas estaria errada a parte que pensa que nenhuma pessoa poderia sentir-se plena sabendo que essa plenitude custou a vida de algum outro, próximo ou não? E aí, salvar o máximo de vidas seria a grande prioridade. Não deixar ninguém para trás. 

A Roda Gigante
da Economia

No Brasil, temos uma economia de livre mercado.
Nessa economia, existem 2 atores: as famílias e as empresas.
As famílias fornecem sua mão de obra para as empresas, enquanto as empresas fornecerem bens & serviços para as famílias (que foram produzidos com a mão de obra das famílias). E esse processo se repete continuamente. A isso chamam Fluxo Real da Economia.
Na mão inversa, a família é remunerada pela empresa por ter fornecido a sua mão de obra, através do salário. Com seus salários, as famílias pagam para consumir os bens e serviços produzidos e fornecidos pela empresa. A esse processo de repetição contínua chamam de Fluxo Circular de Renda.

Paradoxalmente, o ’deixar de consumir’ provoca mais desemprego

O Problema

Em um período de recessão, se houver redução nas vendas pelas empresas (não importa o motivo), não haverá justificativa e nem condições de manter a mão de obra das famílias, ocasionando demissões.
Quando as famílias ficam desempregadas, elas não dispõem de renda para consumir os bens & serviços das empresas, alimentando um ciclo vicioso, o que provoca ainda mais demissões, agravando a situação econômica.
Um dos piores fatores de uma crise econômica é o medo de consumir, fruto da insegurança em relação a sua própria renda. 

 

 

Reflexão 
"e se..."

E se fosse possível estabelecer um clima de confiança na economia?

Além do apoio governamental à economia – necessário em momentos como esse, o que aconteceria se as famílias não parassem de consumir? E se a população pudesse ficar segura de que não estaria prestes a perder sua única renda?
Consegue imaginar isso acontecendo?

A Solução

Uma campanha comercial coordenada e sincronizada, envolvendo as empresas locais, fornecendo descontos para estímulo ao consumo, tanto de empresas quanto da população.
Então, apartir de quando se estabilizásse a circulação de riqueza na economia, acionaríamos o gatilho de retorno dos preços aos praticados antes da crise, tudo isso fazendo parte da campanha.

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Para as empresas

que aderissem, além de reduzirem seus preços (e margens), teriam a oportunidade de consumir com os valores mais baixos de outras empresas que participem, o que traria custos menores, gerando, consequentemente, menos impacto em suas margens (já reduzidas).

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Para consumidores,

comprar mais barato reduziria seu receio em esgotar seu orçamento familiar em momento de incerteza. O preço mais baixo é capaz de quebrar essa inércia, e como as famílias - historicamente - não poupam, elas consumiriam ainda mais (restabelecendo o fluxo real economico).

Os objetivos da campanha

Segurança

Geração de clima de segurança para retomada do consumo

Benefícios

Estimulo o consumo por meio de promoções sincronizadas

Consumo

Criação de ambiente favorável ao consumo  
local

Retomada

Manutenção e retomada gradativa das empresas locais

Empregos

Manutenção compartilhada dos postos de empregos atuais.

Sem parar

Aceleração do período de passagem pela crise econômica

Os PayOffs

Neste cenário, economia, empresários e população serão amplamente beneficiados...



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A economia passaria mais rapidamente pela crise econômica...

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... e haveria uma queda da inflação local e o retorno do cíclo virtuoso da economia.
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Os empresários teriam suas margens reduzidas temporariamente,...

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...mas permaneceriam com suas estruturas, além de manterem...

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...a oportunidade de perpetuar seus negócios e retomar sua capitalização.

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Para a população, se beneficiaria com a manutenção dos empregos e da renda...

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... em manter a conveniência de ter as empresas próximas e abertas...

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...redução da insegurança sobre a suas renda familiar...

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... além de aumentar seu poder de compra (preços mais baixos).

Finalizando

Quais os impactos pra você e sua família se a padaria perto de vocês fechar?
E o posto de gasolina? E a loja de moda que você tanto se identifica?
E o armazém? E as opções de lazer?
Acredite você ou não, em algum momento, a recessão chegará ao seu setor e aos seus funcionários! Afinal, como disse, a economia é uma ’roda gigante’.
Mas "e se" aquele shampoo que você sempre quis estiver com 25% de desconto? "E se" o desconto também estiver no restaurante, no salão de beleza, nas lojas de moda, nos contratos de alugueis? Haveria um forte estímulo ao consumo local e a população voltaria a empenhar parte da sua renda comprando bens & serviços, uma vez que o preço ainda é um grande estimulador de consumo.
Podemos considerar nossa cidade uma economia fechada, se fizermos uma campanha coordenada e sincronizada, tiraríamos a inércia do consumo, poderíamos experimentar um desenvolvimento econômico maior e ainda mais acelerado que todo o restante do país.

#issovaipassar